Situando a cena: Depois de ter escapado do incêndio de Atlanta, Scarlett O'Hara retornou a Tara para encontrar a plantação devastada pela guerra e sua família doente e faminta. Nos campos estéreis ela faz um juramento. Este discurso ainda é pronunciado em companhias amadoras de teatro, de Virgínia ao Golfo do México.

"Como Deus é minha testemunha... Como Deus é minha testemunha, não vão me derrotar! Vou passar por isto, e quando tudo estiver terminado, jamais sentirei fome novamente. Não, nem nenhum dos meus! Nem que eu tenha que mentir, roubar, trapacear ou matar! Como Deus é minha testemunha, jamais sentirei fome novamente."



Imagine ser filho de uma artista e virar tema de uma série de fotografias incríveis! Assim é a vida de Wengenn, filho de Queenie Liao, uma chinesa mãe de três crianças, fotógrafa, que aproveitou os muitos momentos de sono do bebê e desenvolveu uma série chamada Wengenn no País das Maravilhas. A artista cria aventuras épicas para seu bebê, fazendo-o sapatear em um piano, ter um jantar romântico com sua ursinha de pelúcia, voar em um trapézio enquanto uma plateia de brinquedos o aplaude, e muito mais.

Como toda arte fenomenal, a gente não quer que essa acabe. Mas, é claro, o pequeno Wengenn tem que crescer, né!

Para ver a série completa, clique AQUI.












Parece que a Warner/DC finalmente redescobriu o caminho das pedras para fazer sucesso no cinema com seus personagens dos quadrinhos: basta colocá-los nas mãos de Christopher Nolan e pronto!
No caso de O Homem de Aço (Man of Steel, EUA, 2013), Nolan é apenas mais um dos nomes talentosos por trás de um filme que entrega uma leitura completamente nova do personagem criado por Jerry Siegel e Joe Shuster ainda na década de 1930. Além dele, que ficou responsável pela produção, estão também David S. Goyer, co-autor do roteiro, Emma Thomas, produtora dos outros filmes de Nolan, Deborah Snyder, outra produtora e esposa do diretor, Zack Snyder. Este último, um dos cineastas mais incensados dos últimos anos, que já entregou sucessos como Madrugada dos Mortos, 300 e Watchmen - O Filme, parece estar em seu habitat natural, criando um universo completo e estabelecendo uma mitologia do personagem famoso para um novo público.
Se Superman - O Retorno, de 2006, parecia nada mais do que uma homenagem caríssima realizada por um fã enorme (Bryan Singer) ao clássico de 1978, O Homem de Aço deixa de lado o passado e recria o personagem, mas sem abrir mão de todos os elementos consagrados por mais de 70 anos de inúmeras histórias e autores que passaram por Metropolis, Smallville e Krypton.
Pôster criado pela Mondo
Snyder mostra Krypton como ninguém jamais o fez. Um mundo sombrio e à beira da destruição, com um visual espetacular e personagens que mereciam um filme só para eles - o Jor-El feito por Russel Crowe, ouso dizer, é ainda melhor do que aquele de Marlon Brando. O Superman (Henry Cavill) de Snyder tem o carisma que faltava em Brandon Routh e uma capacidade cênica que lembra muito o saudoso Christopher Reeve, trazendo uma força renovada para o personagem.
Se no filme de Bryan Singer faltou ação, O Homem de Aço preenche esta lacuna com maestria. A pancadaria come solta, de verdade, em níveis nunca vistos nos filmes do Superman. Com um antagonista à altura - o general kriptoniano Zod, representado muito bem por Michael Shannon - o herói pode mostrar todo seu poder e impressionar o público como se espera de um filme assim. Além de dar um bocado de trabalho para os responsáveis pelos efeitos especiais.
Com O Homem de Aço, estamos diante de um produto inteiramente novo, um verdadeiro recomeço para que a DC Comics tenha no cinema a mesma importância e grandeza que tem nos quadrinhos. Prova disso é a produção, já em andamento, de Batman/Superman, que Zack Snyder dirige e a Warner lança em 2015, com Ben Affleck no papel de um Homem-Morcego mais velho e a volta de Henry Cavill como dono da capa vermelha. A espera vai ser longa. 

Mestres na arte de contar histórias. Assim pode-se denominar a Pixar, estúdio de animação que revolucionou o cinema e continua em sua missão de sempre (ou, ao menos, na maioria das vezes) entregar filmes cheios de empatia e com uma paixão pela sétima arte como poucos têm.
Em Universidade Monstros (Monsters University, EUA, 2013), o estúdio prova mais uma vez que uma sequência (ou um prelúdio, como aqui) pode existir sem que haja mais do mesmo. Dirigido por Dan Scanlon, o filme conta como Mike Wasowski (Billy Crystal) conheceu James Sullivan (John Goodman). O primeiro é um nerd sonhador e esforçado que entra na universidade para se tornar um assustador profissional. Já Sullivan não passa do filho de um famoso assustador, com talento mas nenhum bom senso. A princípio, os dois não são os melhores amigos - tampouco são inimigos, como era de se esperar em contos de origem - mas vão construindo a amizade que conhecemos em Monstros S.A., que lançou os inesquecíveis personagens (aliás, que personagem da Pixar não é?).
Todo o processo de construção das personalidades dos protagonistas e coadjuvantes é impressionante. Aos poucos, o filme envolve o espectador em uma teia de empatia e emoção que faz com que o público se apegue aos seus novos (e antigos) amigos. A fraternidade de perdedores - os famosos "losers" da cultura americana - Oozma Kappa, à qual Mike e Sullivan se juntam para competir nos Jogos do Susto é adorável em todos os sentidos. Até Randy Boggs, o rival de Sully nos tempos de empresa, aparece em cena e mostra o motivo de tanta rivalidade.
Impressiona também a habilidade que os animadores tiveram para criar criaturas individualmente diferentes umas das outras: nenhum monstro de Monstrópolis é igual. Imagino a alegria que não foi para os artistas, terem que levar a imaginação a níveis absurdos de atividade! Afinal de contas, criar tantas figuras variadas e interessantes não é coisa que qualquer um possa fazer, pois estamos falando de Hollywood, o lugar onde mais se copia no mundo. Com Universidade Monstros, a Pixar continua fazendo o que faz de melhor: ser original, mesmo em uma sequência.

Parte da "Fase 2" da Marvel no cinema, Capitão América - O Soldado Invernal ganha seu primeiro trailer. A trama mostra Steve Rogers (Chris Evans) se adaptando ao mundo moderno quando uma ameaça misteriosa surge de seu passado. 

ALERTA DE SPOILER: Se for seguir a história dos quadrinhos de mesmo título, o tal Soldado Invernal não é mais ninguém do que Bucky, seu companheiro de batalha e melhor amigo nos anos 40.

Veja o trailer:


O elenco conta com Samuel L. Jackson (Nick Fury), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Sebastian Stan (Bucky Barnes/Soldado Invernal), Robert Redford (Alexander Pierce, o líder da S.H.I.E.L.D.), Anthony Mackie (Falcão), Frank Grillo (Ossos Cruzados), Cobie Smulders (Maria Hill), Emily VanCamp (Agente 13) e Hayley Atwell (Peggie Carter), entre outros.

Capitão América - O Soldado Invernal estreia em 11 de abril de 2014.
Todos os anos Hollywood despeja centenas de filmes agradáveis, cheios de bom humor, bonequinhos adoráveis e coloridos e mensagens positivas. Por outro lado, os filmes mais tensos, realistas e pessimistas vão ficando em segundo plano. Uma pena, já que normalmente são estes filmes os mais interessantes, por refletirem simplesmente o mundo como ele é - ou ao menos como não é retratado no cinema moderno.
Em 2013, dois filmes se encaixam nessa visão pessimista e a retratam com qualidade e brilhantismo: Bling Ring - A Gangue de Hollywood e Terapia de Risco.

Bling Ring - A Gangue de Hollywood, da diretora Sofia Coppola (As Virgens Suicidas, Maria Antonieta), conta a história real de um grupo de cinco adolescentes obcecados pelas vidas das celebridades que invadiram e roubaram inúmeros itens das casas de famosos como Paris Hilton, Lindsay Lohan, Megan Fox, Orlando Bloom e Audrina Partridge (esta pouco conhecida no Brasil, estrela de um reality show da MTV americana). O caso ganhou ainda mais notoriedade depois da revelação de que as celebridades sequer notaram os roubos. Os jovens (uma das meninas do grupo é representada por Emma Watson) entravam nas casas, levavam sapatos Louboutin, relógios Rolex, vestidos de Alexander McQueen, dentre outras grifes caríssimas, e simplesmente saíam sem nenhum problema. Muitas vezes as casas nem mesmo estavam trancadas, e Paris Hilton deixava as chaves embaixo do tapete!
Sofia Coppola, em sua jornada por mostrar o vazio de uma sociedade elitizada e absurdamente rica - sendo ela mesma parte desta sociedade, ela é filha de Francis Ford Coppola - segue realizando pequenas obras-primas que dão conta de refletir uma cultura consumista, na qual quem tem mais coisas, tem mais amigos, consegue os melhores lugares, e é mais feliz, ou tem mais a ilusão de felicidade. Seus protagonistas sempre são, no fim das contas, possuidores de uma infelicidade crônica. Assim é em Bling Ring. A gangue do subtítulo nacional acaba sendo presa e tem seus quinze minutos de notoriedade, apregoados por Andy Warhol nos anos 60. Mas é só. O vazio em suas vidas permanece. E a tristeza também.

Terapia de Risco, dirigido por Steven Soderbergh (Onze Homens e um Segredo, Contágio), mostra um outro lado da sociedade: aqueles profissionais, bem sucedidos ou não, que não conseguem viver sem o auxílio de remédios. Pílulas no estilo Xanax, que mantém a todos os usuários num ciclo aparentemente sem fim, sem luz no fim do túnel.
O thriller conta a história de Emily (Rooney Mara), que acabou de ter seu marido Martin (Channing Tatum) solto da prisão, onde esteve por crimes financeiros. Ainda assim, a jovem desenvolve sintomas de depressão e, depois de uma tentativa de suicídio, torna-se paciente do Dr. Jonathan Banks (Jude Law), que lhe prescreve um novo medicamento que ainda está em fase de testes. O remédio traz efeitos colaterais que se revelarão trágicos para Emily. Sem poder revelar muito da trama, pode-se apenas dizer que Terapia de Risco tem algumas (boas) reviravoltas em um roteiro inteligente e elegante.

Em comum entre os dois filmes, está a sociedade por eles retratada: doente, vazia e viciada em Ritalina.
Se tem um cara capaz de pegar todos os sonhos mais loucos dos apaixonados por ficção científica, cinema e cultura pop, e realizar algo notável e inesquecível, esse cara é sem dúvida Guillermo del Toro. Responsável por criar filmes memoráveis como os dois capítulos da saga de Hellboy e obras-primas na linha de O Labirinto do Fauno, além de ser uma das mentes por trás da trilogia de O Hobbit, del Toro é um nerd tão fanático quanto outros nerds que têm dominado o cinema de ação nos últimos dez anos (ainda bem!). Tamanho fanatismo traduz-se em sua cinematografia, sempre trazendo algo de original e sensacional a cada novo filme lançado.
Agora imagine só: um nerd como Guillermo del Toro chega e anuncia que fará um filme homenageando o gênero kaiju (monstros gigantes contra robôs gigantes efetuando uma destruição em níveis inimagináveis)! Como não se empolgar loucamente com uma coisa dessas?
É claro que Círculo de Fogo (Pacific Rim, EUA, 2013) não é para qualquer um. Se você é daquelas pessoas sem infância, que nunca se empolgou com clássicos como Jaspion, Changeman ou até animes, como Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z, e filmes de ficção científica nos moldes de Star Wars, então nenhum pelo de seu corpo irá se arrepiar aqui. Afinal de contas, estamos falando de um filme feito na medida certa para fãs de um gênero específico, que não se questionarão em nenhum momento o motivo de a arma fabricada para contra-atacar monstros extra-dimensionais ser máquinas robóticas gigantes armadas de espadas (entre outras coisas). Pelo contrário, é isto o que fará a alegria dos fãs, coisa que faz a gente querer aplaudir, gritar e dar pulinhos na cadeira (ou no sofá, no colchão, ou seja lá onde você vai ver o filme)!
Basicamente, Círculo de Fogo conta a história de seres gigantescos que chegam à Terra através de uma fenda no Pacífico que liga nossa dimensão à deles, e da guerra que tem início contra eles. As armas humanas? Robôs gigantes feitos especialmente para combate, pilotados por dois soldados neuro conectados em perfeita sincronia. Comandados por Stacker Pentecost (Idris Elba, de Thor e a série britânica Luther), o piloto veterano - abalado por uma perda terrível - Raleigh Becket (Charlie Hunnam, da série Sons of Anarchy) e a novata Mako Mori (Rinko Kikuchi, de Babel) precisarão de toda sua coragem para dar um fim dramático à guerra e, é claro, salvar toda a humanidade.
Todos os elementos esperados em um filme assim estão lá: os conflitos entre os pilotos, as cidades asiáticas palco de batalhas memoráveis, espadas manejadas por robôs, o discurso motivador do comandante antes do combate final ("Hoje, cancelamos o apocalipse!") e os efeitos especiais simplesmente espetaculares.
Del Toro criou - em parceria com o roteirista Travis Beacham - uma trama verossímil dentro daquele universo, e estabeleceu um novo nível para superproduções repletas de efeitos especiais. Logo, mesmo sendo um produto "feito-para-os-fãs", Círculo de Fogo pode, sim, agradar um público mais abrangente. Basta este público estar disposto a suspender a descrença e mergulhar em duas horas de ação ininterrupta, pancadaria e muitos, muitos pelos arrepiados.
Mesmo tendo sido premiada com um Oscar por Um Sonho Possível (e ser forte candidata no prêmio de 2014 por Gravidade), Sandra Bullock segue afirmando que nunca vai deixar de fazer comédia. Se tal frase realmente se cumprir, ótimo para o cinema. A atriz tem um timing cômico excelente e, como poucas na atualidade, consegue transitar entre drama e comédia com uma fluidez invejável. Em As Bem Armadas (The Heat, EUA, 2013), Bullock mostra mais uma vez seu talento para um gênero tão ignorado pela Academia, mas desta vez, ela não está sozinha. Sua companheira na jornada é Melissa McCarthy, outra atriz cômica sensacional. Melissa é aquela gordinha hilária que roubou a cena em Missão Madrinha de Casamento e já provou sua habilidade de arrebatar as bilheterias este ano, em Uma Ladra Sem Limites, além de estrelar uma sitcom de sucesso, Mike & Molly.
Juntar as duas atrizes em uma espécie de versão feminina de Máquina Mortífera provou-se uma ideia incrível. Além de atingir mais de 150 milhões de dólares nas bilheterias americanas, As Bem Armadas também conquistou a crítica e segue matando de rir um bocado de gente mundo afora.
Ashburn (Sandra Bullock) é uma super-agente do FBI, caxias até o tutano dos ossos e detestada entre seus colegas, que se une (involuntariamente) à detetive Mullins (Melissa McCarthy), uma boca-suja sem quaisquer modos que parece um Shrek de saias e sem restrições de classificação etária, mas com um forte senso de justiça. As duas se unem para investigar um misterioso barão do tráfico de drogas, cuja identidade é desconhecida. A trama não é tão importante quanto as cenas improvisadas entre as duas protagonistas, cuja química parece ter nascido com elas. Há muitos momentos memoráveis: Ashburn e Mullins apostando corrida para ver quem entra primeiro no prédio de um suspeito; Mullins tentando ensinar a parceira como não parecer uma agente do FBI durante uma investigação em uma casa noturna; Ashburn bebadaça doando seu carro a um companheiro de pinga, que conheceu durante uma noite obscura de muita cachaça...
É um desses filmes para ver com a galera, em uma sessão regada a muita pipoca voando, guaraná aos litros e muita zoação. Acredite: As Bem Armadas vai fazer você chorar de rir.

Mais um #CurtaPop para animar o final de semana. Desta vez, é um filmezinho dirigido por Job, Joris & Marieke, lançado recentemente no Vimeo e já sendo selecionado pela equipe do site. O curta mostra um mundo onde ninguém tem boca, até que um acidente sangrento acontece e todos descobrem a alegria que pode vir por causa da existência da boca. Muito bem feito e bem-humorado! Confira aqui:


 
SITUANDO A CENA: Terry e Charlie se confrontam no banco de trás do carro.
 
Terry: "Lembra aquela noite no Jardim quando você entrou no meu vestíbulo e disse 'Garoto, essa não é sua noite. Vamos pagar o preço pelo Wilson.' Lembra disso? 'Essa não é sua noite.' Minha noite! Eu podia ter acabado com o Wilson! Aí o que acontece? Ele leva o tiro lá fora em uma quadra e eu ganho o quê? Uma passagem só de ida para Palookaville. Você era meu irmão, Charlie. Você devia ter cuidado de mim um pouco. Você devia ter cuidado de mim um pouco. Você devia ter cuidado de mim só um pouquinho para que eu não fosse um duro... Eu poderia ter tido classe. Eu poderia ter sido um advogado. Eu podia ter sido alguém. Ao invés de um vagabundo... que é o que eu sou, vamos admitir."



A julgar por sua cinematografia, Breno Silveira é um diretor especializado em fazer emergir os sentimentos mais profundos dos espectadores. De Dois Filhos de Francisco a Gonzaga - De Pai Pra Filho, todos os seus filmes contam histórias que apelam às emoções de quem os assiste, normalmente embaladas por canções populares. Não à toa, o cineasta vem colhendo sucessos consecutivos, sejam estes de crítica ou de público.
Este À Beira do Caminho (Brasil, 2012), lançado no mesmo ano da cinebiografia de Luiz Gonzaga, não fica para trás. Ao contar a história de um caminhoneiro que, ao dar carona a um menino que perdeu a mãe e está em busca do pai que o abandonou, é confrontado com seu próprio passado, Silveira cria um filme simples, sensível e muito emocionante. E conta com a poderosa ajuda das canções clássicas de Roberto Carlos, presentes no imaginário popular brasileiro há mais de 50 anos.
João (João Miguel) e Duda (Vinícius Nascimento) formam uma dupla com muitas semelhanças a um clássico do cinema nacional: Central do Brasil. Como no filme de Walter Salles, há uma criança à procura de seu pai; como em Central, há uma jornada rumo às entranhas do Brasil. Mas, diferente do filme indicado ao Oscar, À Beira do Caminho conta uma jornada no sentido reverso: do norte para o sul, e também a jornada de um pai ausente à procura de reencontrar seu passado e renovar sua esperança no futuro.
Os dois atores protagonistas mostram enorme talento, especialmente o menino Vinícius Nascimento, que mostra uma fragilidade e uma delicadeza muito semelhantes ao que também se via no outro Vinícius, aquele de Central do Brasil.
Um recurso narrativo digno de nota é o uso das famosas frases escritas nos para-choques dos caminhões para pontuar momentos importantes da história. A cada novo acontecimento, uma nova frase. O diretor presta, assim, uma homenagem não apenas ao cancioneiro popular, mas à sabedoria contida nestas frases: provérbios preciosos de quem vive à margem, à beira do caminho do mundo.

Plínio Barboza (@Plinio_Barboza), do Rio de Janeiro




Meu terceiro dia (20 de setembro) de Rock In Rio e a expectativa lá em cima, afinal, ia tocar Matchbox 20, Ben Harper, Frejat e Bon Jovi. Não tinha como sair nada errado...e não saiu.
No Palco Sunset, infelizmente não vi todos os shows, mas os que vi (exceção de Ben Harper) me surpreenderam, vamos a eles:

Grace Potter and Nocturnals + Donavon Frankenreiter: antes de ir pro Rock In Rio procurei conhecer todos os sons que não conhecia e Grace Potter foi de uns que me deixou indiferente ao ouvir no MP3. Mas meus amigos, ao vivo, que energia a mulher tem, que presença de palco! Ela toca, canta, além de ser linda. Grata surpresa da noite. Já a participação de Donavon se resumiu a três musicas, até porque o som dele pouco combina com o de Grace Potter. Recomendo vocês asssitirem esse show no YouTube.

Ben Harper e Charles Musselwhite: meus amigos, esse foi O SHOW! Blues na veia, com slide guitar de Ben Harper e gaita de Mr. Musselwhite. Sou suspeito pra falar sou fã desde sempre de Ben Harper e esse disco que ele fez com Musselwhite o Get Up é uma obra prima e fora que ouvir Blues me deixa com sede...foi lindo!

Partimos agora pro Palco Mundo. Antes de dar minha visão sobre os shows, confesso que achava esse lineup do Palco Mundo meio mela cueca...errei.

Frejat: não precisa falar muita coisa, showzaço! Só hits tanto da carreira com o Barão, da carreira solo e várias homenagens. Por mim, Medina traz Frejat e Skank em todo Rock In Rio, é daqueles shows que te deixam de bem com a vida.

Matchbox 20: expectativas altíssimas pra esse show e, graças aos deuses do rock, Rob Thomas correspondeu à altura. Matchbox pra mim, é nostalgia, gosto de adolescência, coisa boa. E eles tocaram todas que eu queria ouvir, Unwell, Disease e um monte de coisa boa. O editor me desculpe...mas foi um show foda!

Nickelback: me perdoem, mas eu sempre achei que o Nickelback era o Creed e por isso que não gostava dos caras. Fora que gritei umas três vezes pra tocarem My Sacrifice...mas desfeito o equívoco, show pesado, também recheado de hits e com o vocalista mandando bem com o público. E ganharam mais um admirador. O Creed? Bem, o Creed não é o Nickelback.

Bon Jovi: o show mais esperado da noite, Bon Jovi como sempre carismático...como disse um jornal de grande circulação (que não lembro agora o nome): o
Fábio Junior do hard rock mandou bem, lógico que faltaram muitos hits (queria ouvir pelo menos a trilha sonora de Young Guns 2), teve homenagem ao batera Tico e até selinho em uma fã e pra encerrar tocaram Always... Se você, assim como eu, for solteiro e estiver num show de Bon Jovi, ou não, é só tocar Always, chamar a mina pra dançar. E assim se encerrou a noite do dia 20, com grandes shows que compensaram o preço do ingresso e todo o esforço da maratona.
Parece que as comédias brasileiras vieram para ficar. A maioria dos filmes nacionais que chegam ao grande circuito de cinemas é de comédias. Com certeza, no final do ano, quando fizerem um levantamento dos filmes de maior bilheteria no Brasil, todos os filmes nacionais que entrarem na lista serão comédias. Isso pode ser um problema, já que a quantidade pode acabar diminuindo a qualidade. Pode, não. Já diminuiu. É só ver aqueles filmes que mais parecem recortes de esquetes sem graça do nível "Zorra Total", que só faltam terminarem com algum bordão semelhante ao horrendo programa global. E Aí, Comeu? e Minha Mãe é Uma Peça são exemplos de como NÃO fazer uma comédia, tamanha a ausência de graça ali contida. Cine Holliúdy e Mato Sem Cachorro, este último tendo estreado na última sexta-feira em todo o país, são boas amostras de que é possível fazer comédias realmente engraçadas, que não se esquecem de criar personagens marcantes e contar uma (boa) história.
Filme de estreia do diretor Pedro Amorim, Mato Sem Cachorro conta a história de Deco (Bruno Gagliasso), um nerd que passa os dias criando vídeos de mashups, aqueles que misturam músicas famosas e conseguem um efeito divertido. Completamente desorganizado, sua vida começa a mudar quando ele quase atropela um cachorro e, em meio à confusão criada pelo incidente, acaba conhecendo Zoé (Leandra Leal). Os dois se apaixonam e adotam o cachorro, Guto, que sofre de uma condição rara: a narcolepsia canina, uma doença que faz com que o cãozinho desmaie sempre que se sente muito excitado.
Dois anos depois, Deco foi abandonado por Zoé, que levou junto Guto e agora namora o dono de uma pet shop "zen". Ele agora vive de favor na casa de Leléo (Danilo Gentili, roubando a cena), seu primo paulista que é uma espécie de conselheiro nada ortodoxo para o rapaz. Decidido a amadurecer, Deco decide sequestrar Guto e assumir o controle de sua própria vida. É claro que todo mundo sabe que os protagonistas vão ficar juntos no fim de tudo, como toa boa comédia romântica.
O que diferencia Mato Sem Cachorro das outras comédias nacionais é o tom pop impresso em cada fotograma. Há referências da cultura pop vindas numa profusão alucinada, tanto que às vezes fica difícil de acompanhar. Pedro Amorim, um cineasta apaixonado por rock, desenhos animados e música popular, coloca todas as suas paixões no filme, que faz piada com os mais diversos elementos, como o desenho Caverna do Dragão, Sidney Magal e Cláudia Ohana, e cria uma trilha sonora inusitada, que mistura O meu sangue ferve por você com I love rock and roll, chegando a juntar Imagine com Ai, se eu te pego... e fazendo a coisa funcionar!
Outra coisa a se notar (e como!) no filme é a presença do cachorro Guto, que foi interpretado por sete cães diferentes, todos adestrados pelo especialista americano Boone Narr, que já trabalhou com os animais dos filmes Sempre ao Seu Lado e Piratas do Caribe. O carisma de Guto é fator fundamental para o sucesso de Mato Sem Cachorro. Nenhuma novidade aí, porque qualquer produtor de cinema sabe que todo mundo se derrete quando há cachorros em cena. Mas aqui, mesmo quando a piada do cachorro desmaiando já começa a cansar, os outros personagens suprem a lacuna, graças a um roteiro esperto e ágil, que mantém a atenção do espectador em toda a projeção. Algumas piadas parecem fazer o cinema vir abaixo, tamanha a forma como funcionam bem.
Mato Sem Cachorro é assim: divertido, versátil e envolvente. Ótima forma de estrear na direção de um filme.


Como ator, Seth Rogen já fez filmes memoráveis e de enorme sucesso, como Ligeiramente Grávidos, Segurando as Pontas, 50% e O Virgem de 40 anos. Uma de suas características mais marcantes é o fato de nunca se levar a sério, como o fazem tantos outros atores que transitam entre a comédia e o drama em uma tentativa de ser ator "respeitado" pela Academia. Não é de admirar que sua estreia na direção seja justamente em um filme que brinca com a fama hollywoodiana e, em nenhum momento, se leva a sério. Estou falando de É o Fim (This is The End, EUA, 2013), dirigido pelo ator em parceria com Evan Goldberg, roteirista de Superbad - É Hoje e O Besouro Verde, também estreando na direção. Marcante, a princípio, por trazer atores famosíssimos nos papéis de si mesmos, a comédia também chama a atenção por outros fatores, entre eles, os espertos diálogos.
Embasada em uma tonelada de metalinguagem, a trama de É o Fim não poderia ser mais simples: Seth Rogen recepciona Jay Baruchel (O Aprendiz de Feiticeiro), seu velho amigo canadense, em Los Angeles, onde passarão algum tempo se divertindo. Rogen arrasta o amigo para a casa de James Franco (127 Horas, Homem-Aranha 3, Oz - Mágico e Poderoso), onde uma festança acontece para comemorar a inauguração do novo lar do ator. O problema é que todos ali são apenas amigos de Seth; Jay odeia a maioria dos convidados, especialmente Jonah Hill (Superbad - É Hoje, O Homem que Mudou o Jogo), que considera um tremendo falso. A festa está cheia de gente famosa, como Michael Cera (Scott Pilgrim Contra o Mundo), Rihanna (Battleship: A Batalha dos Mares), Mindy Kaling (Sexo Sem Compromisso), Danny McBride (Sua Alteza?), Christopher Mintz-Plasse (o McLovin de Superbad - É Hoje e o Red Mist de Kick-Ass) e Emma Watson (a Hermione de Harry Potter). As cenas iniciais, mostrando todas essas celebridades reunidas, são hilárias, como Michael Cera chapadão, dando um tapa no traseiro de Rihanna, que retribui com um tremendo tapão na cara.
Mas tudo entra no buraco (literalmente) quando uma série de explosões acontece em toda a cidade, acompanhadas de terremotos, buracos sendo abertos no chão e gente sendo levada para o céu em túneis azul-celeste. Depois de um monte de gente ser engolida pelo chão - entre elas está Rihanna, na cena que muitos haters vão amar - apenas seis caras restam: James Franco, Seth Rogen, Jay Baruchel, Jonah Hill, Craig Robinson e Danny McBride. Eles terão que lidar com o completo mistério sobre o que está acontecendo, enquanto, é claro, enfrentam o desafio de conviver em um local isolado do resto do mundo, sobrevivendo a isso.
Em meio a tanta metalinguagem, com os atores proferindo falas hilárias e tirando onda uns com os outros, eles vivem, na verdade, os mesmos papéis de seus filmes: Rogen é aquele cara amigável, querido por todos e com aquela risada marcante de sempre; Jay é o magrelo bacana, sempre com um olhar crítico; Jonah é o que fala baixo, e nunca perde a compostura; Craig é o típico medrosão; Danny é o detestável, pé-no-saco; e Franco é aquele ricaço, indicado ao Oscar e que continua com a expressão de "sou-famoso-mas-não-tô-nem-aí-pra-isso". E tem ainda Emma Watson, que faz uma participação engraçadíssima. Tem futuro, essa garota.
É o Fim funciona extremamente bem também nas cenas de efeitos especiais que, mesmo sendo poucas, são eficientes e dão um ótimo ritmo ao clímax do filme. Mesmo assim, são as cenas menos elaboradas tecnicamente que fazem a diferença. Como já é de praxe nos filmes desses atores, há muito improviso e provocações mútuas ao mesmo tempo em que as declaração de amor masculino se sucedem repetidamente. É o Fim é o "bromance", gênero criado pela turma de Seth Rogen, elevado a níveis apocalípticos.

É o Fim estreia no Brasil em 11 de outubro.

A julgar pelo impressionante teaser, Como Treinar o Seu Dragão 2 vai ter as cenas de voo ainda mais alucinantes do que o filme original. 

A trama se passa cinco anos depois dos acontecimentos do primeiro filme. Enquanto Astrid, Snotface e o resto da turma competem uns com os outros em corridas de dragão (o novo esporte da ilha), Soluço e Banguela voam pelos céus, descobrindo territórios fora dos mapas e explorando novos mundos. Quando uma de suas aventuras os leva a descobrir uma caverna gelada secreta, que serve de casa a centenas de dragões e a um misterioso Domador de Dragões, os dois amigos acabam no meio de uma batalha pela paz.



Como Treinar o Seu Dragão 2 chega aos cinemas em 20 de junho de 2014.

Saiu o primeiro teaser de Godzilla, novo remake sobre o monstro que Hollywood tenta emplacar. Desta vez, porém, parece que o tom está mais acertado. Não que não houvessem elementos interessantes no filme de Rolland Emmerich, mas o clima festivo e os bebês-zilla não pegaram bem.

Não se sabe muito sobre a sinopse deste filme, mas, a dizer pelo vídeo apresentado, parece que haverá algum embate entre monstros gigantes. Se for isso mesmo, UAU!

O elenco também é digno de nota: Aaron Johnson (Kick-Ass), Elizabeth Olsen (Poder Paranormal), Bryan Cranston (Breaking Bad), David Strathairn (Lincoln), Juliette Binoche (Cosmópolis, Cópia Fiel), Ken Watanabe (A Origem) e Sally Hawkins (Simplesmente Feliz).

Assista a seguir:


Com The Flying Man, o brasiliense Marcus Alqueres, 35 anos, vem chamando a atenção na internet e também de Hollywood. Formado em desenho industrial e morando no Canadá desde 2005, Marcus já trabalhou com animação e efeitos especiais de filmes como 300 e As Aventuras de Tintim.
The Flying Man já ultrapassou a barreira de 1 milhão de exibições no Vimeo, onde foi lançado, e 500 mil no YouTube. O curta conta a história do surgimento de um misterioso homem voador, que choca a população de uma grande cidade americana. Depois de um tempo, ele passa a capturar pessoas aleatórias e jogá-las do céu. Mas este movimento não é nada aleatório. O homem voador, na verdade, só ataca quem tem fichas criminais. Hollywood não pode deixar passar este fascinante personagem.
 
Veja o curta aqui, legendado em português (ative as legendas, caso elas não apareçam automaticamente):
  


Plínio Barboza (@Plinio_Barboza), do Rio de Janeiro




Bem amigos, lá fomos nós para meu segundo dia de Rock In Rio, o dia 19 de setembro: um dia no qual, tirando as atrações do Palco Mundo, eu quase nada sabia das do Palco Sunset, que teve shows épicos! Vamos a eles:

Dr. Sin

Dr. Sin + República + Roy Z: o Dr. Sin eu já tinha ouvido uma mísera música (que eles não tocaram); República e Roy Z eu nunca tinha visto. Foi um show de rock de macho, daqueles pra beber e brigar (no bom sentido), guitarras pesadas, coisa linda! Bateção de cabeça das boas.


Almah + Hibria: a única coisa que eu sabia sobre esse show é que o Almah é a banda do Edu Falaschi, que já foi vocalista do Angra. Confesso que fui com um pé atrás achando que seria mais um show de Metal Melódico... Ainda bem que eu estava errado! Apesar de a voz do Edu não ser mais a mesma, foi um showzaço! Com direito a Edu cantando um trecho de Saint Seya e as bandas encerrando o show tocando Rock And Roll do Led Zeppelin. Em tempo: durante esse show aconteceu algo épico (pra mim): Fred, baterista dos Raimundos estava no meio da galera, tirou foto e tudo. :-)

Sebastian Bach

Sebastian Bach: ex-vocalista do Skid Row, banda sobre a qual conheço pouca coisa, fez um dos melhores shows do Sunset. Tocou clássicos, com direito ao momento mais rock and roll do festival: a clássica levantada de blusa feminina mostrando os seios (ok, soou machista).



Rob Zombie: melhor show do Sunset no dia 19, sou fã dele como roqueiro. Nunca vi os filmes deles, mas o cara faz um show performático cheio de telões e com direito às músicas mais conhecidas dele, que fazem parte da trilha de Missão Impossível 2 e Matrix, e contou com a ajuda do público, que animou junto. Pena não ter chegado mais perto porque já estava na pilha do show do Ghost no Palco Mundo.



E lá vou eu correndo pro Palco Mundo, porque começou o show dos fogos de artifício indicando que os shows lá iriam começar!


Sepultura e Tambours du Bronx

Sepultura e Tambours du Bronx: depois do show do Ghost esse era o que mais queria ver. Em 2011 Medina cometeu uma injustiça botando esse show no Palco Sunset! Esse ano os deuses do rock iluminaram os Medinas, que ouviram o clamor das redes sociais e botaram lá pro Palco Mundo. Amigos, que show! Que lindeza! Todos sabem que o forte do Sepultura é a bateria e junto com os malucos franceses do Tambours, fez tremer a Cidade do Rock! O som estava alto (como tem que ser) e a porrada foi segura, Refuse/Resist, Firestarter (cover do Prodigy) e Kaioas (que abriu o show) encheram meus olhos de lágrimas! Ficarei velho e contarei pros meus filhos e netos sobre esse show e olha que só comecei a ouvir Sepultura após o álbum Roots.



Ghost: esse era o show que eu tava mais curioso pra ver. Sim, os caras são satanistas ninguém sabe quem eles são mas, fazem um som muito bom! O show na verdade é uma missa satanista conduzida por Papa Emmeritus com auxílio de seus Ghuls e foi todo baseado no Infestissorium, o disco mais novo (ou talvez único, não sei ao certo) da banda e tocaram Year Zero, Secular Haze...pra mim foi o show mais incrível (lógico que depois do Metallica), e foi curioso ver famílias, sim famílias, curtindo Ghost! Antes que me acusem de qualquer coisa, não sou adorador de satã e tenho idade e discernimento suficiente pra saber que aquilo tudo é só teatro.

Metallica


Alice In Chains: mais uma banda clássica da noite que curto muito, mas só lembrava de Would e Man In The Box. O show foi pesado e com o vocalista novo interagindo bem com a plateia e foi até animado... Sim, pela pegada grunge da banda achei que ia ser um show paradão (ainda bem que me enganei), sai de lá prometendo a mim mesmo baixar a discografia do Alice In Chains.



Metallica: ah, amigos! Em 2011 não vi o show, mas em 2013 foi lindo de ver! One, Master Of Puppets, etc. e tal! Lágrimas durante todo o show, só quem estava lá pôde sentir a vibe! Sim, recomendo antes de vocês morrerem irem a um Rock In Rio e a um show do Metallica. Não precisa falar mais nada. Foi sensacional!
Rio 2 retoma os personagens apresentados em 2011 pelo estúdio Blue Sky. Novamente dirigido por Carlos Saldanha, o filme coloca Jade e Blu em plena Amazônia, na tentativa de aproximar seus filhotes das raízes do pai. Todos aqueles personagens coadjuvantes do primeiro filme estão de volta: o buldogue Luiz, os adoráveis periquitos Pedro e Nico, o tucano Rafael e a cacatua maligna Nigel.

Veja o trailer:



Rio 2 estreia no Brasil em março de 2014.

Mais um trailer de O Hobbit - A Desolação de Smaug no ar! Desta vez, a prévia mostra mais dos conflitos entre anões e elfos, um possível romance entre Legolas (Orlando Bloom) e Tauriel (Evangeline Lilly, de Lost) e, finalmente, ouvimos a voz de Benedict Cumberbatch (Sherlock e Além da Escuridão - Star Trek) no corpo do temido dragão Smaug, que tomou posse do reino dos anões.

Assista ao trailer legendado:


O Hobbit - A Desolação de Smaug estreia no Brasil em 13 de dezembro deste ano.