Finalmente saiu o novo teaser do filme mais esperado do ano! Assista aqui:



Star Wars Episódio 7: O Despertar da Força, o novo capítulo da saga criada por George Lucas, chega aos cinemas do mundo todo no natal deste ano, desta vez sob a direção de J.J. Abrams. A prova de que Star Wars ainda é um tesouro da cultura pop pode ser percebida nas reações ao vídeo. Pessoas dizem ter chorado, outros se arrepiaram, já milhões de pessoas tuitaram sobre o filme, e o tema chegou aos trending topics mundiais em questão de minutos!

Chega logo, dezembro!
"É um filme que não é uma comédia, mas tem muito humor. É uma história diferente!", assim que o diretor Ian SBF define Entre Abelhas, filme que chega aos cinemas dia 30 de abril e é estrelado por Fábio Porchat.
No vídeo abaixo, Porchat explica que o longa é a primeira oportunidade de vê-lo num papel dramático. "O filme é muito diferente de tudo o que eu já fiz, de verdade, é outro tipo de assunto, é outro tipo de tema, outro tipo de tom de filme. O que eu acho bom, para não sempre fazer a mesma coisa", ressalta o ator. Confira o vídeo:




Com produção da Mixer e Fondo Filmes, o primeiro longa-metragem de Ian SBF, que também assina a coprodução e o roteiro, conta com o amigo e parceiro Fábio Porchat como protagonista, coprodutor e coroteirista. No elenco estão Giovanna Lancellotti, Marcos Veras, Letícia Lima, Luíz Lobianco, Irene Ravache, entre outros.

Entre Abelhas conta a história de Bruno (Fábio Porchat), com quem coisas estranhas começam a acontecer. Ele é um jovem de quase 30 anos que acaba de se separar da mulher (Giovanna Lancellotti). Bruno tropeça no ar, esbarra no que não vê - até perceber que as pessoas ao seu redor estão desaparecendo, mas só para ele. Os dias correm e a situação só piora. Com a ajuda da mãe (Irene Ravache) e de seu melhor amigo (Marcos Veras), Bruno tentará se adaptar a esse novo mundo, com cada vez menos gente.

Veja o trailer:



Com informações da Agência Febre

A Marvel divulgou o primeiro trailer completo de Homem-Formiga, filme estrelando um dos membros fundadores dos Vingadores nos quadrinhos. Veja aqui:



O filme tem no elenco Paul Rudd (Homem-Formiga), Corey Stoll (Jaqueta Amarela, o vilão), Michael Douglas (Hank Pym) e Evangeline Lilly (Hope Van Dyne, que nos quadrinhos é a Vespa), entre outros.

A trama gira em torno de Scott Lang (Paul Rudd), um ladrão que acaba escolhido por Hank Pym para utilizar o traje altamente tecnológico capaz de diminuir o tamanho de uma pessoa às dimensões de uma formiga, além de conferir ao seu usuário força sobre-humana, enquanto está minúsculo. O trailer traz cenas curiosas e intrigantes, que mostram o herói em ação em sua forma diminuta, enfrentando o Jaqueta Amarela em uma pista de trem de brinquedo, por exemplo. 

A impressão que se tem é que o tom cômico, tão característico dos filmes com Paul Rudd, será um dos pontos fortes aqui. Com essa prévia, eu fiquei muito interessado no filme. Afinal de contas, não é todo dia que a gente mistura Querida, Encolhi as Crianças com Viagem Insólita com Homem de Ferro

Dirigido por Peyton Reed (Sim, Senhor), e com roteiro de Adam McKay (O Âncora), Paul Rudd, Edgar Wright (Chumbo Grosso) e Joe Cornish (Ataque ao Prédio), Homem-Formiga estreia em 16 de julho.
Se você nunca conseguiu tirar da cabeça aquela bomba que foi o filme com Ben Affleck, esta é sua oportunidade. Demolidor, a série que é a primeira da parceria entre Marvel e Netflix, não somente é infinitamente melhor, como também é a versão definitiva do personagem. Só nos primeiros dez minutos do primeiro episódio, a sensação é de espanto e uma (boa) surpresa. O sentimento de que a Marvel finalmente acertou com um dos personagens mais obscuros de seu universo de super-heróis persiste em todos os 13 episódios disponibilizados no serviço de streaming Netflix. Demolidor é realista  - sem abrir mão da fantasia intrínseca a qualquer super-herói fantasiado -, violento e cruel. E sensacional.
A primeira temporada da série é uma história de origem, que não tem pressa sequer de nomear o protagonista até os últimos cinco minutos do último episódio; até ali, o herói era chamado de Mascarado ou Diabo de Hell's Kitchen. O desenvolvimento do Demolidor conhecido pelo leitor de quadrinhos se dá em um ritmo que, ainda que compassado, não permite haver tédio da parte do espectador.
Isso porque o ritmo de cada episódio é frenético. Há lutas muito bem filmadas, com a câmera posicionada próxima aos lutadores, e coreografadas com um realismo impressionante. Não há um só confronto, seja contra vilões consagrados, seja contra bandidos comuns, em que o Demolidor não leve uma pancada (ou várias), um corte (ou vários), uma lesão (ou muitas). Mas o realismo e a crueza das lutas não teriam o mesmo efeito na narrativa se os outros elementos da série não estivessem em seus lugares exatos.
O segredo de sucesso de uma série é ter um elenco de coadjuvantes carismáticos e interessantes, que despertem a empatia do público. Em Demolidor cada personagem tem grande impacto no andamento da narrativa, algo que já se via nos quadrinhos, especialmente na fase de Frank Miller como autor da HQ. Estão lá todos os nomes que compõem o universo do Homem Sem Medo nas páginas da Marvel: Franklin "Foggy" Nelson (Elden Henson), o sócio na firma de advocacia de Matthew Murdock (Charlie Cox), alter-ego do Demlidor; Karen Page (Deborah Ann Woll), a secretária da firma; Ben Urich (Vondie Curtis-Hall), o repórter corajoso; Wesley (Toby Leonard Moore), o leal assistente de Wilson Fisk (Vincent D'Onofrio), o Rei do Crime em pessoa.
Aliás, a atuação de Vincent D'Onofrio como Wilson Fisk é assustadora. O ator veterano consegue reproduzir todos os maneirismos do antagonista com precisão absoluta, desde o linguajar apurado até as devastadoras explosões de violência. Demolidor não seria o sucesso que é sem a presença fundamental de um vilão no sentido mais preciso da palavra.
O mesmo pode ser dito de Charlie Cox como Matthew Murdock/Demolidor. A construção de quem virá a se tornar o Homem Sem Medo é verossímil graças ao talento do ator, que, combinado com o roteiro e a ambientação de uma produção que entendeu o personagem, consegue evitar que o Rei do Crime roube a cena por completo na série. 
Demolidor é tudo o que Arrow, a série da DC Comics, gostaria de ser. Isso, é claro, sem desmerecer o ótimo programa sobre o Arqueiro Verde. Mas com Demolidor, a Marvel finalmente faz uma série sólida e empolgante, que pavimenta o caminho para os outros frutos da parceria com a Netflix. Que venham AKA Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro e Os Defensores!

Demolidor (2015– ) on IMDb
No último dia 07 de abril, a Netflix disponibilizou para os seus assinantes o último episódio da primeira temporada de Better Call Saul, spin-off de Breaking Bad, também produzida por Vince Gilligan - que tem, desta vez, a companhia de Peter Gould. Uma série que estreou sob dúvidas dos fãs da saga de Walter White, que receavam ser difícil manter o nível com que Breaking Bad terminou. A verdade, entretanto, é que Better Call Saul não só soube manter a qualidade de sua série-mãe, como também conseguiu acrescentar elementos que fazem dela um espetáculo à parte.
Uma dessas narrativas únicas e excepcionais, Breaking Bad apresentou ao público personagens inusitados e inesquecíveis. Além dos óbvios Walter White e Jesse Pinkman, a dupla de protagonistas, a série ainda trouxe gente como o psicopata Tuco, o leal Mike, o policial incorruptível Hank, e o advogado topa-qualquer-parada Saul Goodman. Quando soubemos que o spin-off da série teria como protagonista este último, a empolgação foi geral, especialmente porque apesar de seu carisma inegável, o personagem interpretado Bob Odenkirk não era muito conhecido. Sabia-se muito pouco sobre seu passado, especialmente sobre de que maneira ele chegara até o ponto em que entrou na vida de Walter White.
Em Better Call Saul, o que se tem é um prelúdio que não se prende de forma alguma à série que a originou. A não ser pelos dois primeiros episódios, quase nada no programa remete a Breaking Bad. Jimmy McGill, que depois virá a se tornar Saul Goodman, tem todo um universo próprio, com coadjuvantes muito interessantes e tão marcantes quanto aqueles da série anterior de Vince Gilligan. Better Call Saul é tão independente que é possível desfrutar da trama sem nunca ter visto sua série-mãe - e sem prejuízo algum na compreensão da história.
Chama atenção também a sofisticação com que o programa é produzido; os ângulos de câmera e as tonalidades da fotografia são notáveis. O roteiro é igualmente bem elaborado e coerente, com as peças se encaixando e a trama melhorando numa crescente, sendo cada episódio melhor que o outro. O episódio final, em que finalmente temos uma visão mais detalhada do Jimmy "Sabonete", o trapaceiro que futuramente se tornaria advogado estudando à distância, encerra a temporada de maneira magnífica, deixando algumas perguntas para serem respondidas mais tarde, ao mesmo tempo em que esclarece muita coisa sobre a índole - e uma certa ingenuidade - do protagonista.
Mais do que conhecer o passado de Saul Goodman, a série também mostra a vida de Mike (Jonathan Banks), que em Breaking Bad era um guarda-costas frio e sereno, capaz de tudo para cumprir suas ordens - fossem elas quais fossem. Aqui, Mike é um ex-policial que está tentando recomeçar a vida depois de um sério trauma. É de se esperar que as próximas temporadas tragam mais oportunidades para que Jonathan Banks mostre seu talento e para que o personagem seja mais explorado.
Se, como aconteceu com Breaking Bad, a história de Jimmy McGill ganhar novos fãs a cada temporada, Better Call Saul promete ser tão importante quanto as desventuras de Walter White e cia. Mas isso só o tempo dirá.

Better Call Saul (2015– ) on IMDb
Todo mundo já viu alguém parecido com algum desenho animado. O PopCineMais separou 25 pessoas que são muito, MUITO parecidas com personagens de desenhos famosos. Já imaginou se deparar com o sr. Burns, de Os Simpsons, em pessoa? Ou que tal o sr. Fredricksen, de Up - Altas Aventuras?     

Divirta-se com essa lista inusitada!

O Sr. Fredricksen, de Up: Altas Aventuras
Russel, de Up: Altas Aventuras
O Papai Smurf é igualzinho a Bill Murray em A Vida Aquática com Steve Zissou!
Peter Griffin, de Uma Família da Pesada
Poucos filmes conseguiram retratar com tanta maestria o medo com que todos os cidadãos da antiga Alemanha Oriental viviam todos os dias. Qualquer um podia ser alvo de vigilância ostensiva, mas a classe artística, talvez por sua sensibilidade aguçada e seu poder de comunicação, era ainda mais visada. A Stasi, a polícia secreta do Estado comunista, tinha amplos poderes para instalar escutas e câmeras onde bem entendesse, tudo pela "segurança do Estado" - leia-se, pela manutenção de um Estado onipresente na vida do cidadão.
Tendo assunto tão contundente como tema, A Vida dos Outros (Das Leben der Anderen, Alemanha, 2006) consegue impactar quem desconhecia tal realidade, ao mesmo tempo em que faz justiça a todos os cidadãos do outro lado do Muro que foram vítimas dessa violência - silenciosa, porém brutal.
O filme conta a história de Georg Dreyman (Sebastian Koch), um dramaturgo tido como leal ao Estado. Mesmo assim, ele desperta a curiosidade de Wiesler (Ulrich Muhe), um interrogador muito bem visto por seus superiores, que dá aulas na Academia da Stasi sobre como conduzir um interrogatório bem-sucedido. Wiesler desconfia que tipos como Dreyman devem ser sempre alvos de desconfiança, por causa de sua arrogância. Ele acaba convencendo seu superior a autorizar uma operação de vigilância ao escritor.
Um sujeito solitário, cujos relacionamentos não vão além dos que têm no exercício de sua profissão e que só consegue ter contato com mulheres quando contrata prostitutas, Wiesler acaba se envolvendo demais na vida de Dreyman, de tal forma que a vida do vigiado acaba sendo mais importante que sua própria. Uma cena específica é fundamental para entendermos o tamanho do envolvimento de Wiesler com seu alvo de investigação: quando Dreyman fica sabendo do suicídio de um amigo diretor teatral, que fora banido dos palcos pelo Estado, ele se senta ao piano e executa uma peça, que este amigo lhe dera de presente. A peça, chamada "Sonata para um homem bom", leva Wiesler às lágrimas, e a partir daí seus relatórios para a Stasi nunca mais trarão nada que possa incriminar Dreyman.
Dirigido por Florian Henckel von Donnersmarck (que depois cometeria O Turista), A Vida dos Outros é um dos maiores filmes alemães de todos os tempos, tendo recebido inúmeros prêmios, entre eles o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2007. A maneira como envolve o espectador em sua trama é fluida, quase natural; o elenco parece entender a importância da produção, e se entrega de corpo e alma. Merece uma menção especial Martina Gedeck, que vive a namorada de Dreyman; uma atriz talentosa que vive um assédio cruel da parte de um ministro de Estado, mas que o rejeita por amor a Dreyman - uma ação que pode ter consequências fatais.
Uma obra densa e marcante, que pode ser um lembrete a todos aqueles que, sem conhecer a história, ficam a apoiar regimes de cunho socialista, tolamente relacionando tais governos a liberdade e igualdade. Assistir A Vida dos Outros talvez seja mais esclarecedor e fundamental do que muitas aulas de história, verdadeiras doutrinações de esquerda, que vemos por aí.

A Vida dos Outros (2006) on IMDb